- Nasceu em Vila de Povos perto de Vila Franca de Xira a 25 de Julho de 1747
- Faleceu no Rio de Janeiro a 21 de Março de 1819
- Arquitecto e professor de arquitectura, foi em Itália que fez os seus estudos em Itália por ordem do Marquês de Pombal. com a obrigação de se dedicar em exclusivo à arquitectura civil
- Professor da Aula de desenho e Arquitectura em 1781.
- Elaborou os projectos do Teatro Nacional de S. Carlos (1792) e do Hospital de Runa, asilo e hospital de militares inválidos e a Igreja do Loreto
- Dirigiu a construção do Palácio Nacional da Ajuda, em conjunto com Francisco Xavier Fabri, e foi arquitecto das Obras Públicas e Reais. Seguindo a Corte, partiu em 1807 para o Brasil, onde veio a falecer.
Os meus blogues sobre História fizeram sentir a necessidade de criar um ponto de apoio, onde possa abrir espaço, ás personagens mais importantes da História Portuguesa. O critério de ordenação, é o do século em que nasceram
sexta-feira, 9 de julho de 2010
José da Costa e Silva
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
João de Azevedo Coutinho

- nasceu em Alter do Chão a 3 de Fevereiro de 1865
- morreu em Lisboa a 7 de Dezembro de 1944
João de Azevedo Coutinho Fragoso de Sequeira seu nome completo, foi um político, administrador colonial e militar da Armada tendo atingido o posto de vice-almirante honorário, tendo aos 25 anos sido proclamado um dos heróis africanos referenciado cmo Benemérito da Pátria pela Câmara dos Deputados das Cortes, pelo seu papel nas campanhas em Moçambique e recebendo por isso a Torre e espada.
Foi governador de Moçambique entre 1905 e 1906 e depois ministro da Marinha e do Ultramar e senador. Monárquico convicto, foi lugar-tenente do rei D Manuel II.
Reformado em 25 de Novembro de 1910, com o posto de capitão de fragata, chefiou em 1919 com Aires de Ornelas a tentativa feita em Lisboa de restauração da Monarquia, em 1942 foi promovido a Vice-Almirante nonorário.
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segunda-feira, 5 de julho de 2010
Luis Pinto de Sousa Coutinho

- nasceu em Leomil a 27 de Novembro de 1735
- morreu em Lisboa a 15 de Abril de 1804
- primeiro visconde de Balsemão, por nomeação de D.Maria I e foi um político português.
Foi governador da capitania de Mato Grosso, de 1769 a 1772.
Foi secretário de estado (primeiro-ministro) durante o reinado de D. Maria I, de 15 de Dezembro de 1788 a 6 de Janeiro de 1801 e de 25 de Agosto a 5 de Dezembro de 1803.
A Secretaria de Estado começou a intervir mais claramente nos assuntos militares, quando foi entregue, em 15 de Dezembro de 1788, a Luís Pinto de Sousa - um militar, com larga experiência colonial e diplomática -, que impôs uma política de modernização do exército
Foi ele que negociou e assinou o Tratado de Badajoz em 1801
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domingo, 4 de julho de 2010
Martinho de Melo e Castro

- Nasceu em Lisboa a 11 de Novembro de 1716
- Morreu em Lisboa a 24 de Março de 1795
Diplomata e estadista da segunda metade do século XVIII, é ainda uma figura mal conhecida da nossa história. Era filho segundo duma família nobre, que conduzia normalmente a uma carreira eclesiástica, pelo que viria a concluir os seus estudos em Évora e Coimbra.
Entrou na carreira diplomática logo no reinado de D.José, quando foi nomeado embaixador em Haia e depois em Londres viajou para o Brasil entre os anos de 1754 e 1756 na comitiva de Mendonça Furtado, que fora enviado por Marquês de Pombal, para ser o Vice-Rei do Pará e Maranhão
Foi-lhe confiada no final da Guerra dos 7 anos (1756-1763) a representação de Portugal nas negociações de paz de Fontainebleau, que lhe valeu a introdução na alta roda da política internacional
Voltou a Londres em 1770, tendo sido depois chamado a ocupar a Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, ainda no tempo de Pombal e da rainha D.María, até à sua morte em 1795, constituindo um dos caso de maior longevidade governativa do sec. XVIII
Ele desenvolveu dum modo notável a nossa marinha, que chegou a contar 71 navios, havendo entre eles 12 naus, melhorou igualmente os serviços da. marinha, estando ligado
a fundação da Cordoaria,
Filho de Francisco de Melo e Castro e de Maria Joaquina Xavier da Silva, e pai de Manoel Bernardo de Melo Castro.
a fundação da Cordoaria,
Filho de Francisco de Melo e Castro e de Maria Joaquina Xavier da Silva, e pai de Manoel Bernardo de Melo Castro.
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sábado, 27 de fevereiro de 2010
Veiga Beirão

- Francisco António da Veiga Beirão
- Nasceu em Lisboa a 24 de Julho de 1841
- Morreu em Paço de Arcos a 11 de Novembro de 1916
Com 21 anos licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra. Foi professor do Instituto Português do Comércio
Exerceu advocacia e mais tarde tornou-se num reconhecido jurisconsulto e estadista,e presidiu largos anos à Associação dos Advogados de Lisboa e vice-presidente da Academia Real das Ciências de Lisboa
Como profissional exerceu o cargo de conservador do Registo Predial da 1ª Conservatória de Lisboa .
Foi nomeado em 1887, professor no extinto Instituto Comercial de Lisboa, para as cadeiras de Direito Comercial e Marítimo e Direito Internacional, atingindo mais tarde a categoria de catedrático.
Reconhecido no estrangeiro, foi o primeiro português a receber uma importante distinção de Doctor of Civil Law , pela Universidade de Edimburgo, na Escócia no ano de 1905.
Depois de abraçar o Direito com muita distinção, em 1879 faz uma incursão muito forte na política.
- Foi membro do Partido Reformista
- deputado de 1880 a 1904 pelo Partido Progressista em rivalidade com José de Alpoim.
- Foi Par do Reino em 4 de Abril de 1905.
- Chega a ministro e, fica com a pasta da Justiça e Assuntos Eclesiásticos, por duas vezes nos anos de 1886-1890 e 1890-1900, governos chefiados por José Luciano de Castro, então líder do Partido Progressista.
- De 1898 a 1900 foi ministro dos Negócios Estrangeiros. Depois de uma boa prestação neste cargo e na política,
- chega a presidente do Conselho de Ministros em , 22 de Dezembro de 1909 a 26 de Junho de 1910 , mas sem pasta.
De notar que este Código continua em vigor, em Portugal, desde 1888, tendo sido, contudo, derrogado diversas vezes por diplomas avulsos reguladores de variadas matérias no âmbito do Direito Comercial, um dos quais, o Código das Sociedades Comerciais de 1986.
Veiga Beirão foi granjeado com muitas condecorações internas e externas, desde logo a mais importante de Portugal a grã-cruz da Ordem da Torre e Espada.
Com a República, reformou-se da política e dedicou-se somente à carreira de advocacia e ao ensino e a uma Associação de advogados.
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Oliveira Martins

Joaquim Pedro de Oliveira Martins
- Nasceu em Lisboa no dia 30 de Abril de 1845
- Morreu em Lisboa no dia 24 de Agosto de 1894
Em 1870 foi exercer funções de administrador de uma mina em Almadém em Córdova na Andaluzia, ao Sul de Espanha.
Regressou a Portugal em 1874, para dirigir a construção da linha férrea do Porto à Póvoa de Varzim e Famalicão ficando depois a dirigir a companhia encarregada da exploração económica dessa linha
Oliveira Martins foi um exemplo de autodidacta, vindo a tornar-se em 1878, sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, e em 1880 foi eleito presidente da Sociedade de Geografia Comercial do Porto, e em 1884, director do Museu Industrial e Comercial do Porto.
Exerceu ainda as funções de administrador da Régie dos Tabacos, da Companhia de Moçambique e fez parte da comissão executiva da Exposição Industrial Portuguesa.
Este foi o aspecto profissional digamos assim de Oliveira Martins.
No aspecto cultural, em 1870 com 25 anos já tinha obra publicada no domínio do romance histórico com o livro Febo Moniz, vindo a colaborar no jornal revolução de Setembro e no jornal de Comércio, publicações onde saem os seus primeiros artigos sobre história e política social, onde entre outros artgios se publicará em 1869 uma série de 5 artigos com o título «Do princípio federativo e sua aplicação à Península Hispânica» .
É também desta época a publicação do opúsculo Teófilo Braga e o Cancioneiro e o Romanceiro Português (1869), que é fruto da correspondência trocada entre ambos.
Tentará também a poesia com o Traga-Mouros, sendo admitido, em princípios de 1870 no Cenáculo de Antero Quental, de quem se tornou grande amigo.
Nesse ano, lança o jornal de feição socialista A República, com Antero, Eça de Queirós, Manuel de Arriaga, Luciano Cordeiro, Batalha Reis e Teófilo Braga, no mesmo ano em que o marechal Saldanha realiza o seu último golpe de estado - a Saldanhada.
O jornal desaparece tão rapidamente como o governo do marechal, levando Oliveira Martins a ir viver para Espanha, como já acima tinha referido.
Em 1874 , quando regressa ao Porto. nos dois primeiros anos, por causa da tal empreitada do caminho de ferro não consegue escrever muito, tirando um ou outro artigo para a Revista Ocidental,tendo também publicado a primeira versão de O Crime do Padre Amaro.
As incursões na área política, não tiveram sucesso inicial dada a recusa de Fontes Pereira de Melo em o deixar concorrer pelo Partido Regenerador, escreve então A Reorganização do Banco de Portugal, onde defende a existência de um banco emissor único, e no ano seguinte A Circulação Fiduciária, memória apresentada à Academia das Ciências de Lisboa.
Em 1878 e em 1879 concorre às eleições, no Porto, pelo Partido Socialista, tendo recebido 37 votos no primeiro ano e 40 na segunda tentativa.
A impossibilidade de entrar na vida política, devido primeiro à recusa do Partido Regenerador, e depois à debilidade do Partido Socialista e ao corte com o Partido Republicano, levam-no a lançar a Biblioteca das Ciências Sociais, cujos primeiros volumes são a História da Civilização Ibérica, e a História de Portugal.
Em 1884, António Augusto de Aguiar nomeia-o director da Escola e Museu Industrial e Comercial do Porto, ano em que publica o último livro da Biblioteca, a História da República Romana, em que descreve a vida de Júlio César.
Em 1885, colige vários artigos dispersos por órgãos da imprensa nacional e lança um jornal - A Província - para divulgar o seu programa político.
Em 1886,é eleito deputado por Viana do Castelo, mas quando Luciano de Castro forma governo, as Finanças são entregues a Mariano de Carvalho, recusando ele a pasta das Obras Públicas.
Em 1888 regressa a Lisboa e assume a direcção do jornal O Repórter, cargo que ocupa por pouco tempo, pois Mariano de Carvalho nomeia-o para a Administração dos Tabacos, cargo que ocupará durante dois anos.
Em Fevereiro de 1892 aceita finalmente a pasta das Finanças no ministério de Dias Ferreira. Trabalha afincadamente nos primeiros tempos, mas o presidente do conselho não gosta da sua independência. Entram em conflito e Oliveira Martins é obrigado a demitir-se.
Apos uma breve passagem por Londres, regressa em 1893 sendo de novo eleito deputado
pelo Porto e também como membro da Junta de Crédito Público ao mesmo tempo que escreve a Vida de Nun'Álvares e prepara o Príncipe Perfeito.
Já doente parte para Espanha, para se documentar sobre a Batalha de Toro, regressando bastante pior. Vai para Setúbal, onde escreve o 1.º capítulo de O Príncipe Perfeito.
Morre em 24 de Agosto de 1894, apenas com 49 anos vitimado pela tuberculose tendo dito na hora da morte "Morro triste não levo saudades do Mundo".
A evolução do seu pensamento político, inicido pelo republicanismo social evolui para um socialismo proudhoniano, definido por uma democracia socializante, mas assente em Estado forte.
Tinha casado em 10 de Março de 1865 com D. Vitória de Mascarenhas Barbosa, não tendo tido descendência.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Wenceslau de Lima

Wenceslau de Sousa Pereira de Lima
- Nasceu no Porto a 15 de Novembro de 1858
- Morreu em Paris a 24 de Dezembro de 1919
Formou-se na Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra doutorando-se em 1882 sendo oriundo de uma abastada família portuense, foi enviado muito jovem para o estrangeiro, tendo aí feito os seus estudos preparatórios e secundários.
Em 1883 concorreu para uma vaga de lente da Academia Politécnica do Porto, que venceu vindo a reger a cadeira de Geologia perto de 30 anos.
Á época, a paleontologia era uma ciência nova e o estudo dos fósseis encontrados em território português era muito incipiente, devendo-se essencialmente ao trabalho de alguns investigadores estrangeiros que tinha colectado amostras em Portugal
No plano político também teve uma carreira extensa, começando por ser governador civil de Vila Real, Coimbra e Porto, depois de ser filiado como membro do Partido Regenerador.
Foi também eleito deputado pelos círculos do norte de Portugal em diversas legislaturas.
Em 1901 foi elevado a Par do Reino, tendo tomado assente na respectiva Câmara na sessão de 17 de Março daquele ano.
Em 1903 foi ministro dos Negócios Estrangeiros num governo de Hintze Ribeiro, pasta a que voltaria em 1905.
Chegou à presidência do Conselho de Ministros em 1909.
Ao longo da sua carreira política, foi também membro do Conselho de Estado, presidente da Câmara Municipal do Porto, director da Escola Médico-Cirúrgica do Porto e provedor da Santa Casa da Misericórdia da mesma cidade. Foi ainda vice-presidente da comissão executiva da assistência nacional aos tuberculosos e vogal da comissão do Patronato Portuense.
Após a implantação da República exilou-se em França e onde acabaria por falecer.
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Abade Correia da Serra

Nasceu em Serpa em 6 de Junho de 1750
Morreu em Caldas da Rainha em 11 de Setembro de 1823
Estudou em Nápoles e Roma porque o seu pai teve que ir para Roma, levou consigo toda a família, e ali José Correia da Serra começou a sua educação, revelando desde os primeiros anos muito engenho e agudeza, e tais foram os progressos que tez nos estudos, que, contando apenas 11 anos de idade, imprimiu a sua primeira obra consagrada a S. José.
Tornou-se sacerdote em 1775.
Dedicou-se especialmente à botânica e às antiguidades, mas as línguas foram nessa época o principal objecto das suas atenções, chegando a ser tão insigne no conhecimento das línguas, que lhe eram familiares a francesa, inglesa, alemã, árabe, grega, italiana, latina, espanhola e portuguesa, e empregando. no estudo tão grande assiduidade, que muitas vezes o próprio pai o obrigava a interromper o trabalho receando que tamanha aplicação lhe prejudicasse a saúde.
Amigo de D.João de Bragança com ele promoveu a organização e os estatutos da Academia Real das Ciências, que o seu patrono conseguiu imediatamente criar, sob a protecção da rainha D. Maria I, por aviso régio de 24 de Dezembro de 1779.
Devido a ligação com os jacobinos teve que abandonar o pais, vindo a dedicar-se aos estudos de botânica. Viveu em Londres, Paris e depois nos EUA onde viria a ser ministro plenipotenciáario depois de Janeiro de 1816. Regressou a Portugal em 1821, vinda a ser deputados ás cortes por Beja mas nem o seu génio nem a sua saúde já muito quebrada lhe permitiram tomar parte importante nos trabalhos parlamentares, e indo às Caldas da Rainha buscar alívio aos seus sofrimentos, ali faleceu com 73 anos incompletos.
Mai informação detalhada sobre este homem um dos maiores cientístas do seu tempo, clicar aqui.
Morreu em Caldas da Rainha em 11 de Setembro de 1823
Estudou em Nápoles e Roma porque o seu pai teve que ir para Roma, levou consigo toda a família, e ali José Correia da Serra começou a sua educação, revelando desde os primeiros anos muito engenho e agudeza, e tais foram os progressos que tez nos estudos, que, contando apenas 11 anos de idade, imprimiu a sua primeira obra consagrada a S. José.
Tornou-se sacerdote em 1775.
Dedicou-se especialmente à botânica e às antiguidades, mas as línguas foram nessa época o principal objecto das suas atenções, chegando a ser tão insigne no conhecimento das línguas, que lhe eram familiares a francesa, inglesa, alemã, árabe, grega, italiana, latina, espanhola e portuguesa, e empregando. no estudo tão grande assiduidade, que muitas vezes o próprio pai o obrigava a interromper o trabalho receando que tamanha aplicação lhe prejudicasse a saúde.
Amigo de D.João de Bragança com ele promoveu a organização e os estatutos da Academia Real das Ciências, que o seu patrono conseguiu imediatamente criar, sob a protecção da rainha D. Maria I, por aviso régio de 24 de Dezembro de 1779.
Devido a ligação com os jacobinos teve que abandonar o pais, vindo a dedicar-se aos estudos de botânica. Viveu em Londres, Paris e depois nos EUA onde viria a ser ministro plenipotenciáario depois de Janeiro de 1816. Regressou a Portugal em 1821, vinda a ser deputados ás cortes por Beja mas nem o seu génio nem a sua saúde já muito quebrada lhe permitiram tomar parte importante nos trabalhos parlamentares, e indo às Caldas da Rainha buscar alívio aos seus sofrimentos, ali faleceu com 73 anos incompletos.
Mai informação detalhada sobre este homem um dos maiores cientístas do seu tempo, clicar aqui.
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domingo, 8 de fevereiro de 2009
Andrade Corvo

João de Andrade Corvo
Nasceu em Torres Novas em 30 de Janeiro de 1824
Morreu em Lisboa em 16 de Fevereiro de 1890
Escritor e político, homem de grande cultura, formou-se na Escola Politécnica de Lisboa, no mesmo estabelecimento de ensino onde viria a leccionar Botânica.
Curso Engenharia na Escola do Exército, chegando a atingir o posto de coronel. Fez igualmente estudos médicos.
Ainda se lhe confere no campo do ensino, aulas de Agricultura no Instituto Agrícola quando da sua fundação.
Iniciou a sua carreira política como deputado em 1865, tendo assumido no ano seguinte a pasta das Obras Públicas, Comércio e Indústria, ministério onde contribuiu para o desenvolvimento da rede ferroviária nacional.
Foi embaixador de Portugal , primeiramente em Madrid, tendo lá permanecido até Junho de 1870, quando recebeu ordens de regressar pelo novo Governo saído do golpe militar de 19 de Maio de 1870, que o nomeou Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal entre 13 de Setembro de 1871 e 29 de Janeiro de 1878, durante o Governo de Fontes Pereira de Melo.
Nesse período também acumulou a pasta da Marinha e Ultramar de 1872 a 1877.
Durante o seu Ministério Andrade Corvo procurou executar uma política de diversificação das alianças de Portugal, reafirmando a tradicional aliança aliança Luso-Britânica, estreitando laços com a Espanha e estabelecendo relações com os Estados Unidos da América, que ele considerava a grande potência do futuro.
Nasceu em Torres Novas em 30 de Janeiro de 1824
Morreu em Lisboa em 16 de Fevereiro de 1890
Escritor e político, homem de grande cultura, formou-se na Escola Politécnica de Lisboa, no mesmo estabelecimento de ensino onde viria a leccionar Botânica.
Curso Engenharia na Escola do Exército, chegando a atingir o posto de coronel. Fez igualmente estudos médicos.
Ainda se lhe confere no campo do ensino, aulas de Agricultura no Instituto Agrícola quando da sua fundação.
Iniciou a sua carreira política como deputado em 1865, tendo assumido no ano seguinte a pasta das Obras Públicas, Comércio e Indústria, ministério onde contribuiu para o desenvolvimento da rede ferroviária nacional.
Foi embaixador de Portugal , primeiramente em Madrid, tendo lá permanecido até Junho de 1870, quando recebeu ordens de regressar pelo novo Governo saído do golpe militar de 19 de Maio de 1870, que o nomeou Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal entre 13 de Setembro de 1871 e 29 de Janeiro de 1878, durante o Governo de Fontes Pereira de Melo.
Nesse período também acumulou a pasta da Marinha e Ultramar de 1872 a 1877.
Durante o seu Ministério Andrade Corvo procurou executar uma política de diversificação das alianças de Portugal, reafirmando a tradicional aliança aliança Luso-Britânica, estreitando laços com a Espanha e estabelecendo relações com os Estados Unidos da América, que ele considerava a grande potência do futuro.
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sábado, 31 de janeiro de 2009
Rolão Preto

Francisco de Barcelos Rolão Preto
Nasceu no Gavião em 12 de Fevereiro de 1893
Morreu em Lisboa em 18 de Dezembro de 1977
Ainda estudante universitário participou na incursão monárquica de 1912.Abandonou Portugal e foi ter com Paiva Couceiro, oficial monárquico que a partir da Galiza, nos anos de 1911 e 1912, tentou derrubar o regime republicano instaurado em Portugal, tendo participado em várias incursões
Licenciou-se em Ciências Sociais na Universidade de Lovaina e em Direito na de Touluse.
Regressado a Portugal em 1917, começou a escrever para o jornal integralista A Monarquia, sendo seu director quando Hipólito Raposo foi preso. Membro da Junta Central do Integralismo Lusitano a partir de 1922, tornou-se colaborador do general Gomes da Costa, sendo o redactor dos 12 pontos do documento distribuído em Braga no começo do movimento militar de 28 de Maio de 1926, que instaurou a ditadura militar.
Em Fevereiro de 1933 lança o Nacional-Sindicalismo no decurso de vários banquetes-comício que comemoravam o primeiro ano de publicação do jornal Revolução, de quem era o seu director desde 14 de Março.
Movimento de tipo fascista, conhecido pelos camisas azuis, o Nacional-Sindicalismo foi uma organização que conseguiu algum apoio nas universidades e na oficialidade mais jovem do Exército português.
Incidentes nas comemorações de 1933 do 28 de Maio em Braga, onde houve confrontos entre os nacional-sindicalistas e a polícia e no discurso de Rolão Preto de 16 de Junho, numa sessão no São Carlos, claramente anti-salazarista, o jornal Revolução acabou por ser suspenso em 24 de Julho.
Restabelecido fugazmente em Setembro seguinte - saíram só três números - o Nacional-Sindicalismo dividiu-se em Novembro quando um grupo, o mais numeroso, decidiu apoiar Salazar e integrar-se na União Nacional, abandonando assim as ideias de independência perante o novo regime defendidas por Rolão Preto e Alberto Monsaraz.
Expulso do país em 1934, hospedou-se em casa de José António Primo de Rivera, filho do ditador espnhol,, com quem terá colaborado na redacção do programa da Falange espanhol.
Regressado a Portugal retoma a intervenção política apoiando o MUD - Movimento de Unidade Democrática -, criado no Outono de 1945 para participar nas eleições de Novembro seguinte, as primeiras eleições do Estado Novo em que se admitiram listas alternativas.
Mário Soares, enquanto Presidente da República, condecorou-o a título póstumo, em 10 de Fevereiro de 1994, com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique pelo seu «entranhado amor pela liberdade».
Uma interessante e controversa personagem da História de Portugal
Créditos: O Portal da História
Nasceu no Gavião em 12 de Fevereiro de 1893
Morreu em Lisboa em 18 de Dezembro de 1977
Ainda estudante universitário participou na incursão monárquica de 1912.Abandonou Portugal e foi ter com Paiva Couceiro, oficial monárquico que a partir da Galiza, nos anos de 1911 e 1912, tentou derrubar o regime republicano instaurado em Portugal, tendo participado em várias incursões
Licenciou-se em Ciências Sociais na Universidade de Lovaina e em Direito na de Touluse.
Regressado a Portugal em 1917, começou a escrever para o jornal integralista A Monarquia, sendo seu director quando Hipólito Raposo foi preso. Membro da Junta Central do Integralismo Lusitano a partir de 1922, tornou-se colaborador do general Gomes da Costa, sendo o redactor dos 12 pontos do documento distribuído em Braga no começo do movimento militar de 28 de Maio de 1926, que instaurou a ditadura militar.
Em Fevereiro de 1933 lança o Nacional-Sindicalismo no decurso de vários banquetes-comício que comemoravam o primeiro ano de publicação do jornal Revolução, de quem era o seu director desde 14 de Março.
Movimento de tipo fascista, conhecido pelos camisas azuis, o Nacional-Sindicalismo foi uma organização que conseguiu algum apoio nas universidades e na oficialidade mais jovem do Exército português.
Incidentes nas comemorações de 1933 do 28 de Maio em Braga, onde houve confrontos entre os nacional-sindicalistas e a polícia e no discurso de Rolão Preto de 16 de Junho, numa sessão no São Carlos, claramente anti-salazarista, o jornal Revolução acabou por ser suspenso em 24 de Julho.
Restabelecido fugazmente em Setembro seguinte - saíram só três números - o Nacional-Sindicalismo dividiu-se em Novembro quando um grupo, o mais numeroso, decidiu apoiar Salazar e integrar-se na União Nacional, abandonando assim as ideias de independência perante o novo regime defendidas por Rolão Preto e Alberto Monsaraz.
Expulso do país em 1934, hospedou-se em casa de José António Primo de Rivera, filho do ditador espnhol,, com quem terá colaborado na redacção do programa da Falange espanhol.
Regressado a Portugal retoma a intervenção política apoiando o MUD - Movimento de Unidade Democrática -, criado no Outono de 1945 para participar nas eleições de Novembro seguinte, as primeiras eleições do Estado Novo em que se admitiram listas alternativas.
Mário Soares, enquanto Presidente da República, condecorou-o a título póstumo, em 10 de Fevereiro de 1994, com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique pelo seu «entranhado amor pela liberdade».
Uma interessante e controversa personagem da História de Portugal
Créditos: O Portal da História
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009
José Seabra da Silva

Nasceu em Vilela em 31 de Outubro de 1732
Morreu em 13 de Março de 1813
Aprendeu em casa os estudos preparatórios da Universidade debaixo da direcção de um douto eclesiástico chamado Manuel de Sousa, e passou depois a matricular-se na Universidade de Coimbra, quando apenas contava 12 anos, como consta de dois documentos autênticos, transcritos por um neto do estadista António de Seabra num folheto que publicou para responder a algumas considerações feitas por Simão da Luz Soriano na sua História do reinado de D. José.
A vida política de José Seabra da Silva decorreu praticamente toda durante o período de reformas do absolutismo setecentista.
Foi membro do Conselho de D. João V e de D. José e Conselheiro da Fazenda. Em 1771 torna-se adjunto do Marquês de Pombal ao ser escolhido para Ministro de Estado. Contudo, três anos mais tarde foi demitido, desterrado e preso durante quatro anos, primeiro no Brasil e depois em Angola, na sequência do processo onde Pombal, pretendia usurpar os direitos de D.Maria ao trono, a favor do filho dela o infante D.José
É libertado em 1778 por portaria de D. Maria.
Dez anos depois, na primeira remodelação governamental de D. João VI, Seabra da Silva foi chamado para a pasta do Reino, a par das da Justiça e Obras Públicas, responsabilidade que assumiu durante cerca de onze anos.
Para ler mais consultar aqui .
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Bartolomeu Dias

Nascimento ; cerca de 1450
Morreu em 29 de Maio de 1500
Navegador, que entre 1487 e 1488, comandando uma frota de 3 caravelas, descobriu a paddagem do Atlântico para o Índico, dobrando o Cabo da Boa Esperança.
Durante a viagem assentou 3 padrões, de que restam alguns fragmentos, que se encontram na Sociedade de Geografia em Lisboa.
Em 1497 acompanhou Vasco da Gama, durante parte da sua viagem para a Índia, acabando por se separar, seguindo para a Mina que era o seu destino.
Incorporado na armada da Cabral que em 1500, descobriu o Brasil, acaba por morrer ao comando duma das três caravelas que naufragaram, ao tentarem de novo dobrar o cabo que o tornou famoso.
Mai informação aqui. Ou aqui.
Morreu em 29 de Maio de 1500
Navegador, que entre 1487 e 1488, comandando uma frota de 3 caravelas, descobriu a paddagem do Atlântico para o Índico, dobrando o Cabo da Boa Esperança.
Durante a viagem assentou 3 padrões, de que restam alguns fragmentos, que se encontram na Sociedade de Geografia em Lisboa.
Em 1497 acompanhou Vasco da Gama, durante parte da sua viagem para a Índia, acabando por se separar, seguindo para a Mina que era o seu destino.
Incorporado na armada da Cabral que em 1500, descobriu o Brasil, acaba por morrer ao comando duma das três caravelas que naufragaram, ao tentarem de novo dobrar o cabo que o tornou famoso.
Mai informação aqui. Ou aqui.
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15-Bartolomeu Dias
sábado, 17 de janeiro de 2009
Afonso Costa

Afonso Augusto da Costa
Nasceu em Seia em 6 de Março de 1871
Morreu em Paris em 11 de Maio de 1937.
Tendo sido sepultado inicialmente em Neuilly-sur-Seine, no jazigo de Robert Burnay, sendo transladado posteriormente, em 1950, para o cemitério de Père Lachaise, em Paris.
Os seus restos mortais só em 1971 foram transladados para Portugal, encontrando-se actualmente em Seia, no jazigo da família.
Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra em 1895, doutorando-se com a tese A Igreja e a questão social, onde atacava o catolicismo social e declarando-se socialista.
Em Agosto de 1900 foi nomeado catedrático.
Em 1911 passou a reger a cadeira de Economia Política da Escola Politécnica de Lisboa e em 1913 foi nomeado director da Faculdade de Direito de Lisboa (o primeiro director).
Foi eleito de deputado pelo circulo do Porto em 1900, pelos republicanos e desde essa data não deixou de influenciar a política portuguesa, para além da queda da monarquia.
Foi chefe do Partido Republicano Democrático e no primeiro governo republicano, após 1910, foi nomeado Ministro da Justiça, assinado quase de imediato leis contra as ordens religiosas e pela separação entre o estado e a Igreja.
Chefe do Governo e das Finanças em 1913-1914 e depois em 1915-16, promoveu a entrada de Portugal na 1ª guerra mundial, acabou exilado no pós guerra em 1918, com a ditadura de Sidónio Pais, não voltando a residir em Portugal.
Ate 28 de maio de 1926 chefiou a delegação ortuguesa na Sociedade das Nações , tendo sido demitido desse cargo pela ditadura militar.
Pode obter-se mais informação >>>> aqui ou aqui.
Nasceu em Seia em 6 de Março de 1871
Morreu em Paris em 11 de Maio de 1937.
Tendo sido sepultado inicialmente em Neuilly-sur-Seine, no jazigo de Robert Burnay, sendo transladado posteriormente, em 1950, para o cemitério de Père Lachaise, em Paris.
Os seus restos mortais só em 1971 foram transladados para Portugal, encontrando-se actualmente em Seia, no jazigo da família.
Formou-se em Direito na Universidade de Coimbra em 1895, doutorando-se com a tese A Igreja e a questão social, onde atacava o catolicismo social e declarando-se socialista.
Em Agosto de 1900 foi nomeado catedrático.
Em 1911 passou a reger a cadeira de Economia Política da Escola Politécnica de Lisboa e em 1913 foi nomeado director da Faculdade de Direito de Lisboa (o primeiro director).
Foi eleito de deputado pelo circulo do Porto em 1900, pelos republicanos e desde essa data não deixou de influenciar a política portuguesa, para além da queda da monarquia.
Foi chefe do Partido Republicano Democrático e no primeiro governo republicano, após 1910, foi nomeado Ministro da Justiça, assinado quase de imediato leis contra as ordens religiosas e pela separação entre o estado e a Igreja.
Chefe do Governo e das Finanças em 1913-1914 e depois em 1915-16, promoveu a entrada de Portugal na 1ª guerra mundial, acabou exilado no pós guerra em 1918, com a ditadura de Sidónio Pais, não voltando a residir em Portugal.
Ate 28 de maio de 1926 chefiou a delegação ortuguesa na Sociedade das Nações , tendo sido demitido desse cargo pela ditadura militar.
Pode obter-se mais informação >>>> aqui ou aqui.
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19-Afonso Costa
João Franco

João Ferreira Franco Pinto Castelo Branco
Nasceu em Alcaide (Fundão) em 14 de Fevereiro de 1855
Morreu em Lisboa em 1929
Formou-se em 1875 na Faculdade de Direito de Coimbra, abraçando a carreira administrativa.
Ocupou vários cargos na magistratura judicial (delegado do procurador régio), nas alfândegas e no Tribunal Fiscal e Aduaneiro
Foi eleito deputado em 1884,(circulo de Guimarães) dedicando-se à carreira política, pelo partido Regenerador.
- Foi ministro da Fazenda em 1890
- Foi ministro das Obras Púbicas em 1891-92
- Foi ministro do Reino em 1893-1897
Por decreto de 16 de Julho de 1906 foi agraciado com a grã-cruz e comenda da ordem da Torre Espada, por serviços distintos e relevantes.
Chefe do governo, o último do rei D.Carlos, desde 19. de Maio de 1906, pugnou pela defesa dos seus princípios, por uma governação mais firme e de descentralização administrativa, sem cortes, como se chamava na época em ditadura.
Para alguns a última oportunidade de salvação monárquica. A revolta resultante da ligação entre alguns monárquicos descontentes e as forças republicanas, vieram a culminar na sua queda, resultante do assassinato do Rei D.Carlos e do seu filhos mais velho Luís Filipe, no dia 1 de Fevereiro de 1908.
Para mais alguma informação ver aqui.
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19-João Franco
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Pedro Álvares Cabral

Nasceu em Belmonte (?) em 1467
Morreu em Santarém (?) em 1520
Filho do alcaide mor de Belmonte e csado com uma filha de Afonso de Albuquerque já tinha sido agraciado anteriormente pelo rei D.João II com uma tença, embora se desconheçam os motivos.
O certo é que foi o escolhido para a comandar a armada de 13 navios, que partiu de Lisboa, ao que se julgava para intentar apenas uma segunda viagem id~entica á de Gama.
Partiu de Lisboa em 8 de Março de 1500 e duma forma que se considera deliberada, afastou-se da rota de gama e acabou por tocar em terra em 22 de Abril de 1500 no Brasil de hoje e que ele chamou então Porto Seguro actual Baía Cabrália.
Seguindo então para Oriente aportou com 7 navios em Calicute em 13 de Setembro de 1500. bem recebido em Cochim, Crangamor e Cananor.
Regressou a Lisboa em 31 de Julho de 1501. Acabou por se fixar nas suas propriedades na zona de Santarém.
O certo é que foi o escolhido para a comandar a armada de 13 navios, que partiu de Lisboa, ao que se julgava para intentar apenas uma segunda viagem id~entica á de Gama.
Partiu de Lisboa em 8 de Março de 1500 e duma forma que se considera deliberada, afastou-se da rota de gama e acabou por tocar em terra em 22 de Abril de 1500 no Brasil de hoje e que ele chamou então Porto Seguro actual Baía Cabrália.
Seguindo então para Oriente aportou com 7 navios em Calicute em 13 de Setembro de 1500. bem recebido em Cochim, Crangamor e Cananor.
Regressou a Lisboa em 31 de Julho de 1501. Acabou por se fixar nas suas propriedades na zona de Santarém.
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