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domingo, 4 de julho de 2010

Martinho de Melo e Castro



  • Nasceu em Lisboa a 11 de Novembro de 1716
  • Morreu em Lisboa a 24 de Março de 1795

Diplomata e estadista da segunda metade do século XVIII, é ainda uma figura mal conhecida da nossa história. Era filho segundo duma família nobre, que conduzia normalmente a uma carreira eclesiástica, pelo que viria a concluir os seus estudos em Évora e Coimbra.

Entrou na carreira diplomática logo no reinado de D.José, quando foi nomeado embaixador em Haia e depois em Londres viajou para o Brasil entre os anos de 1754 e 1756 na comitiva de Mendonça Furtado, que fora enviado por Marquês de Pombal, para ser o Vice-Rei do Pará e Maranhão

Foi-lhe confiada no final da Guerra dos 7 anos (1756-1763) a representação de Portugal nas negociações de paz de Fontainebleau, que lhe valeu a introdução na alta roda da política internacional

Voltou a Londres em 1770, tendo sido depois chamado a ocupar a Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar, ainda no tempo de Pombal e da rainha D.María, até à sua morte em 1795, constituindo um dos caso de maior longevidade governativa do sec. XVIII

Ele desenvolveu dum modo notável a nossa marinha, que chegou a contar 71 navios, havendo entre eles 12 naus, melhorou igualmente os serviços da. marinha, estando ligado
a fundação da Cordoaria,

Filho de Francisco de Melo e Castro e de Maria Joaquina Xavier da Silva, e pai de Manoel Bernardo de Melo Castro.

3 comentários:

  1. Me chamo FELIPE SCORDAMAIA CASTRO - na verdade o unico sangue que corre em minhas veias são " Castro "

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  2. Aqui no Brasil, no estado do Paraná, temos uma cidade chamada Castro cujo nome resultou de uma homenagem feita a Martinho de Melo e Castro. a fundação desta cidade remonta ao século XVIII e foi feita por Manoel Gonçalves Guimarães.

    José Renato T. Silva. jrtsilva@yahoo.com

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  3. CENTENÁRIO IMPORTANTE
    É já no dia 11 de Novembro.
    Martinho de Melo e Castro no 3º. centenário do seu nascimento.
    Foi hostilizado pelo Marquês de Pombal.
    Sob D. Maria I pôde levar a cabo a sua grande obra de ressurgimento Naval.
    É que no fim do consulado pombalino, a nossa Marinha estava na último grau de decadência.

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